Arquivo de Reflexões - Blog Mandala 7 Estrelas https://mandala7estrelas.blog.br/category/reflections/ Diálogo entre Terapias Integrativas e Teologia: Relações entre Corpo, Mente e Espírito. Sat, 04 May 2024 10:55:32 +0000 pt-PT hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.7.2 https://mandala7estrelas.blog.br/wp-content/uploads/2023/08/f630f65c975a8b13268a62429b8a75b61be6ee1e77b5639d9b82b572a10c93b2.0-100x100.png Arquivo de Reflexões - Blog Mandala 7 Estrelas https://mandala7estrelas.blog.br/category/reflections/ 32 32 Explorando Meus Escritos sobre Reflexões Teológicas, Bem-Estar e Educação https://mandala7estrelas.blog.br/2024/05/03/explorando-meus-escritos-sobre-reflexoes-teologicas-bem-estar-e-educacao/ Sat, 04 May 2024 01:29:55 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=3334 A personalidade transformada pelo Espírito Santo  A Intersecção Entre O Pensamento Místico E O Racional Reflexões Teologicas Sobre A Diversidade Religiosa Desafios educacionais pós-pandemia na prática docente: entre polarizações políticas, negacionismo científico e a revolução industrial da inteligência artificial A imposição das mãos como prática teológica: uma abordagem histórico-cultural para compreender a cura espiritual

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Reflexões sobre o Sofrimento: Crescimento, Karma e Conexão Espiritual https://mandala7estrelas.blog.br/2024/04/14/reflexoes-sobre-o-sofrimento-crescimento-karma-e-conexao-espiritual/ Sun, 14 Apr 2024 21:13:17 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=3311 Reflexões sobre o Sofrimento: Crescimento, Karma e Conexão Espiritual O sofrimento humano sempre foi objeto de intensa reflexão e debate em diversas tradições filosóficas, religiosas e espirituais. Por que sofremos? Qual é o propósito do sofrimento em nossa vida? Este é o mundo onde pagamos nossas dúvidas kármicas? A resposta a estas perguntas varia amplamente, […]

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Reflexões sobre o Sofrimento: Crescimento, Karma e Conexão Espiritual

O sofrimento humano sempre foi objeto de intensa reflexão e debate em diversas tradições filosóficas, religiosas e espirituais. Por que sofremos? Qual é o propósito do sofrimento em nossa vida? Este é o mundo onde pagamos nossas dúvidas kármicas? A resposta a estas perguntas varia amplamente, mas central a muitas explicações é a ideia de que o sofrimento possui um papel significativo no desenvolvimento humano e espiritual para ser um ponto de viragem ou de conversão de más ações para boas ações em devoção a Deus e seus Reinos Divinos.

Crescimento Pessoal

Em primeiro lugar, muitas tradições veem o sofrimento como um catalisador para o crescimento pessoal, uma dor sem explicação, seja física ou emocional. Por meio da dor e do desafio, desenvolvemos resiliência, paciência e compaixão ao enfrentarmos as adversidades que surgem ao longo da vida. O sofrimento pode forçar uma introspecção em tentar responder o por quê da dor, uma dor crônica que aumenta ou parece não ter fim, impulsionando indivíduos a reavaliar suas vidas, valores e comportamentos. Esta jornada introspectiva pode ser um meio transformador para a busca do autoconhecimento e amadurecimento, elementos cruciais para a evolução pessoal e deixarmos de ver o mundo de cor cinzentada.

Resgate do Karma

Dentro de crenças que incorporam o conceito de karma, o sofrimento é frequentemente interpretado como uma oportunidade para resolver desequilíbrios causados por ações passadas, nesta vida ou de vidas passadas. Segundo essa visão, enfrentar adversidades pode ser entendido como uma forma de purificação espiritual, onde cada desafio enfrentado contribui para o equilíbrio do carma acumulado, limpeza essa que é essencial para o avanço espiritual e para a libertação de ciclos de reencarnação e sofrimento. Um encontro com mestres, guias, mentores espirituais ou aos inquisidores que cobram dos pecadores suas dívidas kármicas.

Conexão Espiritual

O sofrimento também pode intensificar a busca pela espiritualidade e conexão com o Divino e seus enviados. Em momentos de grande dor, muitos se voltam para práticas espirituais e religiosas em busca de conforto e orientação. Essa volta ao espiritual pode resultar em experiências de transcendência e uma profunda sensação de paz e propósito, que de outra forma poderiam não ser alcançadas no mundo secular e cheio de atrativos para afastar as pessoas da espiritualidade e entrar em um ciclo vicioso das ilusões materiais proporcionadas pelo poder em ter posse de algo criado pelos homens.

A Natureza da Vida

Filosoficamente, o sofrimento pode ser visto como uma característica inerente à existência humana. A vida, em sua complexa interação de forças e circunstâncias, naturalmente engendra situações de dor e perda. A aceitação dessa realidade pode levar a uma maior paz interior e a uma compreensão mais profunda do mundo e da nossa posição nele.

Empatia e Compaixão

Finalmente, o sofrimento tem o potencial de nos tornar mais empáticos e compassivos. Ao experienciar a dor, podemos desenvolver uma maior sensibilidade para com as dificuldades dos outros, movendo-nos em direção a ações que visem aliviar o sofrimento alheio e promover uma sociedade mais solidária. Entretanto, muitos não aceitam a ajuda espiritual, preferem viver de seu jeito e buscam o prazer em se satisfazer ou ainda querer mais e possuir mais como sinal de prosperidade.

Embora frequentemente seja doloroso e desafiador, o sofrimento carrega consigo um significado profundo e a possibilidade de enriquecimento pessoal e coletivo. Ao explorar essas dimensões, podemos aprender a integrar o sofrimento em nossas vidas de maneira construtiva, facilitando não apenas nosso próprio crescimento, mas também contribuindo para o bem-estar da comunidade ao nosso redor.

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Tensões Espirituais: Entre a Fidelidade Religiosa e a Busca por Conforto Espiritual https://mandala7estrelas.blog.br/2024/01/24/tensoes-espirituais-entre-a-fidelidade-religiosa-e-a-busca-por-conforto-espiritual/ Wed, 24 Jan 2024 14:59:39 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=3272 Imagem de Gordon Johnson por Pixabay

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Nos recantos sagrados, a decisão de adentrar ou evitar certos espaços transcende a mera ação física. Um espírito na espreita espera para  se agregar  com aquele que ousar cruzar certas fronteiras, ao sair do templo, tal espírito clama por purificação, mesmo que o ato não seja, em si, um pecado manifesto. Este é um alerta além das fronteiras da intolerância, mergulhando na essência ritualística e simbólica que permeia as tradições Abraâmicas e outras Matrizes Religiosas.

Em templos meticulosamente concebidos, elementos como cantos, imagens e indumentárias ecoam como mensagens profundas destinadas a alterar a psique de seus devotos. Este fenômeno ressoa de maneira especial na maioria dos lugares sagrados, em diversas vertentes religiosas, onde cada detalhe é projetado para internalizar uma mensagem singular que reflete suas doutrinas como meio de manifestação religiosa.

O ambiente do culto, como um oráculo espiritual, tem o poder de transmitir ensinamentos e moldar a espiritualidade ao praticante. A restrição em relação a determinados espaços não diz respeito apenas à segregação religiosa; de certa maneira uma salvaguarda para preservar a pureza espiritual e a singularidade de cada fé de doutrinas religiosas.

A proibição de adentrar em certos recintos diferentes de sua fé doutrinal impacta como um eco da conexão intrínseca entre o espaço sagrado, o ritual e a identidade religiosa. 

Em um mundo onde as mensagens divinas se entrelaçam com o tecido dos locais de adoração, a compreensão desse impacto psicológico destaca a necessidade de proteger a integridade espiritual. 

Ouvir advertências ao longo dos cultos, cria uma camada de resistência e intolerância, os devotos são moldados a acreditar que existe somente um lugar de salvação, as advertências do oráculo doutrinal cria obstáculos e bloqueios, internalizadas na profundidade das influências espirituais que permeiam os domínios sagrados de diversas tradições sejam abraâmicas ou não.

Entretanto, quando estamos imersos na dor ou desespero, e nossa fé habitual não oferece o alívio desejado, buscamos refúgio em outros lugares sagrados em busca de consolo. Se encontramos conforto nesses novos espaços espirituais, muitas vezes nos tornamos seguidores dedicados, estabelecendo uma conexão profunda com essas práticas alternativas.

Essa dinâmica cria uma tensão perceptível para muitos líderes religiosos, que temem a possibilidade de perder seguidores ao permitir a exploração de outras crenças. O receio de que a busca por alívio em diferentes tradições possa resultar na perda de membros da comunidade leva a uma resistência em abrir as portas da compreensão inter-religiosa.

Assim, a hesitação em aceitar e facilitar a exploração espiritual fora dos limites da religião estabelecida pode ser motivada pelo medo de perder a fidelidade dos seguidores. Nesse equilíbrio delicado entre a preservação da identidade religiosa e a abertura para a diversidade espiritual, líderes religiosos enfrentam o desafio de manter uma base sólida de seguidores, enquanto reconhecem a necessidade humana de encontrar consolo e significado em diferentes caminhos espirituais que não são da sua fé doutrinal.

Crista de galo

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Boas Ações para mudar a sua realidade https://mandala7estrelas.blog.br/2023/09/26/boas-acoes-para-mudar-a-sua-realidade/ Tue, 26 Sep 2023 05:51:04 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=3213 A Luz das Boas Obras: Reflexões sobre Mateus 5:14-16 A passagem de Mateus 5:14-16, parte do Sermão da Montanha, um ensinamento fundamental que tem ressoado pelos séculos e transcende as barreiras da religiosidade. Nos convida a refletir sobre o papel da bondade e das boas ações em nossas vidas e na sociedade como um todo. […]

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A Luz das Boas Obras:

Reflexões sobre Mateus 5:14-16

A passagem de Mateus 5:14-16, parte do Sermão da Montanha, um ensinamento fundamental que tem ressoado pelos séculos e transcende as barreiras da religiosidade. Nos convida a refletir sobre o papel da bondade e das boas ações em nossas vidas e na sociedade como um todo.

Jesus começa declarando:

“Vós sois a luz do mundo.”

Uma metáfora que evoca uma imagem poderosa – a luz que guia, ilumina e dissipa as trevas. Assim como uma cidade situada sobre um monte não pode ser escondida, nossa influência no mundo é inegável. Somos todos, de alguma forma, visíveis para os outros, e essa visibilidade porta em si uma responsabilidade em nossas ações e atitudes.

A metáfora da lâmpada, apresentada em seguida, reforça a ideia de que a luz deve ser manifestada. Uma lâmpada não é acesa apenas para ser colocada debaixo de um alqueire, mas sim para ser colocada no candelabro, onde sua luz brilha para todos na casa.

A mensagem ressoa em nós: nossos talentos, bondade e compaixão não devem ser escondidos ou negligenciados. Eles devem ser compartilhados com o mundo para que possamos iluminar a escuridão que muitas vezes nos cerca.

A parte mais impactante dessa passagem reside na instrução de Jesus em relação às boas obras. Ele diz: “Brilhe do mesmo modo a vossa luz diante dos homens, para que, vendo as vossas boas obras, eles glorifiquem vosso Pai que está nos céus.” Uma ênfase colocada nas ações que emanam da luz interior. Nossas boas ações são como raios de luz que podem iluminar o caminho dos outros, trazendo esperança, compaixão e amor.

No entanto, é vital observar que a recompensa não é para o indivíduo que realiza as boas obras, mas para o Pai celestial. Essa abnegação é fundamental para compreender o verdadeiro espírito desses versículos. Não buscamos louvor ou reconhecimento pessoal; em vez disso, nossa motivação é compartilhar amor e bondade desinteressados.

Em um mundo frequentemente marcado pela escuridão da indiferença, do egoísmo e da injustiça, essas palavras de Jesus nos lembram da nossa capacidade de fazer a diferença. Somos chamados a ser a luz que guia os outros em direção ao amor e à compaixão. Cada ato de bondade, grande ou pequeno, é uma oportunidade de cumprir essa missão.

Nossa influência não termina com nossas ações, pois elas têm o poder de inspirar e impactar os outros. Quando as pessoas testemunham nossas boas obras, elas podem ser motivadas a fazer o mesmo, criando um ciclo virtuoso de bondade que se espalha como ripples em um lago tranquilo.

Em Mateus 5:14-16, nos convida a refletir sobre o impacto de nossas ações e a responsabilidade de ser a luz do mundo. Ao compartilhar nossa luz interior através de boas obras, podemos contribuir para um mundo mais compassivo e, ao mesmo tempo, glorificar o Pai celestial. Esses versículos são um lembrete atemporal de que, mesmo em tempos sombrios, a luz da bondade pode brilhar intensamente e iluminar os corações daqueles que a encontram.

Os desdobramentos das boas ações

As boas ações e atitudes desempenham um papel fundamental na construção de uma sociedade harmoniosa e no desenvolvimento pessoal, especialmente quando são realizadas de forma altruísta, sem a busca de auto promoção. Essas ações altruístas podem contribuir significativamente para a evolução espiritual das pessoas.

  1. Impacto Positivo na Sociedade: Boas ações, como voluntariado, doações e ajuda aos necessitados, têm um impacto direto na melhoria da sociedade. Elas podem contribuir para reduzir a desigualdade, aliviar o sofrimento e promover o bem-estar geral, tudo isso sem a necessidade de auto promoção.
  2. Empatia e Compaixão: Atitudes positivas, como demonstrar empatia e compaixão pelos outros, são essenciais para criar laços humanos mais fortes. A empatia nos permite entender as necessidades e emoções dos outros, promovendo relacionamentos saudáveis, sem a intenção de buscar reconhecimento pessoal.
  3. Autoestima e Satisfação Pessoal: Realizar boas ações de forma altruísta não beneficia apenas os outros, mas também quem as pratica. Ajudar os outros aumenta a autoestima e proporciona uma sensação de realização pessoal, o que pode melhorar a saúde mental e o bem-estar, sem a necessidade de se promover.
  4. Evolução Espiritual: Agir de forma altruísta, dando sem esperar receber reconhecimento ou recompensa, é uma jornada de evolução espiritual. Isso nos ajuda a transcender o ego e a conectar-se com um sentido mais profundo de humanidade e compreensão espiritual.
  5. Inspirando Mudanças: Boas ações feitas de maneira altruísta podem inspirar os outros a agirem de maneira semelhante. Quando as pessoas testemunham exemplos positivos de altruísmo, isso pode desencadear um efeito cascata de bondade, promovendo uma cultura mais solidária, sem a necessidade de auto promoção.
  6. Ética e Responsabilidade: Tomar atitudes éticas e responsáveis, sem buscar auto promoção, é uma parte essencial de uma sociedade funcional. Boas ações e atitudes éticas contribuem para a construção de uma base sólida de valores compartilhados.
  7. Desafios e Obstáculos: Mesmo que as boas ações altruístas sejam inerentemente positivas, às vezes enfrentamos desafios e obstáculos para realizá-las. Estar ciente desses desafios, como a falta de recursos ou o medo do julgamento, pode nos ajudar a superá-los enquanto mantemos a pureza de nossas intenções.
  8. Educação e Conscientização: Promover boas ações altruístas começa com a educação e a conscientização. É importante ensinar às gerações mais jovens a importância de ajudar os outros de forma desinteressada, cultivando uma mentalidade de serviço à comunidade.

As boas ações e atitudes desempenham um papel vital na construção de uma sociedade mais justa e compassiva, ao mesmo tempo em que enriquecem nossas vidas pessoais e contribuem para nossa evolução espiritual quando realizadas de forma altruísta e sem a busca de auto promoção.

Ao praticarmos a bondade desinteressada, podemos contribuir para um mundo melhor e um Eu interior mais enriquecido com nossa conexão espiritual com as forças emanadas de Deus.

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Reminiscências de vidas passadas https://mandala7estrelas.blog.br/2023/08/25/reminiscencias-de-vidas-passadas/ Fri, 25 Aug 2023 21:43:26 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=2858 É interessante pensar sobre as possibilidades das vidas passadas e como elas podem influenciar nossa atual existência. As ideias variam entre diferentes culturas e crenças, mas a ciência não tem evidências sólidas que comprovem a reencarnação ou a lembrança direta de vidas passadas. No entanto, muitas pessoas encontram significado pessoal nessas reflexões. Um tema que […]

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É interessante pensar sobre as possibilidades das vidas passadas e como elas podem influenciar nossa atual existência. As ideias variam entre diferentes culturas e crenças, mas a ciência não tem evidências sólidas que comprovem a reencarnação ou a lembrança direta de vidas passadas. No entanto, muitas pessoas encontram significado pessoal nessas reflexões. Um tema que continua a ser objeto de debate e curiosidade.

A teoria de que os sonhos podem ser um canal para acessar reminiscências de vidas passadas é uma perspectiva interessante, embora seja amplamente debatida e careça de evidências científicas plausíveis. Alguns defensores dessa ideia argumentam que certos elementos ou cenários recorrentes em nossos sonhos podem estar relacionados a experiências passadas.

No entanto, os sonhos são complexos e têm origens múltiplas que são possibilidades reais ou ilusórias, como em nossas experiências diárias, as emoções, memórias e processos cognitivos podem nos enganar no discernimento do que seja a realidade.
Enquanto algumas culturas e tradições espirituais acreditam que os sonhos podem oferecer vislumbres de vidas passadas, a ciência ainda não encontrou uma maneira confiável de validar ou descartar essa teoria.

É importante lembrar que a interpretação dos sonhos é altamente subjetiva, variando de pessoa para pessoa. Se os sonhos despertam sua curiosidade sobre vidas passadas, pode ser uma jornada muito íntima e singular ao explorar essa perspectiva, mas também é fundamental manter uma mente crítica e cética, considerando múltiplas possibilidades da origem e do significado dos sonhos ao decodificar a sua trama.

“Em meu sonho, me vejo caminhando por um vilarejo tranquilo, situado entre colinas verdes e próximo a um lago sereno. As casas são simples, feitas de materiais naturais, e as ruas são de terra batida. Vejo os moradores vestindo roupas tradicionais e indo em direção aos campos para trabalhar na agricultura. O cheiro de peixe fresco paira no ar, já que o lago é uma importante fonte de alimento para a comunidade. À medida que explorando o vilarejo, sinto uma conexão profunda com o ambiente e as pessoas, como se fosse algo familiar, apesar de nunca ter estado lá antes.”

Na calada da noite, mergulhei em um sonho que parecia mais realidade do que fantasia. Encontrei-me vagando por um vilarejo distante, um lugar imbuído de simplicidade e calmaria. Colinas verdes abraçavam o povoado, enquanto um lago sereno refletia a tranquilidade do céu noturno.

As casas rústicas, construídas com materiais naturais, alinhavam as ruas de terra batida. Os moradores, vestindo trajes tradicionais, dirigiam-se aos campos e lavouras, mãos habilidosas prontas para trabalhar na terra. Um aroma familiar pairava no ar, o cheiro de peixe fresco, testemunhando a importância do lago como fonte de sustento.

Contemplei essa cena como se já a tivesse vivido. Era como se minhas memórias estivessem entrelaçadas com cada pedra daquele vilarejo. Uma sensação de pertencimento preenchia meu ser, embora nunca tivesse posto os pés ali antes nesta vida.

Curiosamente, o tempo parecia ter fluído por meses ou mais, apesar de ser uma única noite de sono. Os cheiros, os sons, as faces das pessoas – tudo era tão vívido, tão palpável. A sensação de imersão era profunda, quase tangível, como se eu tivesse atravessado um portal que transcendeu o tempo e o espaço.

Na manhã seguinte, acordei com a lembrança desse sonho nítida em minha mente. A ideia de que aquele vilarejo poderia ser um eco de uma vida passada continuava a me intrigar. No entanto, a incerteza persistia. Afinal, os sonhos são tecidos por fios complexos de nossas experiências, emoções e imaginação. Talvez fosse uma história criada por minha mente ou, quem sabe, uma janela para algo mais profundo e antigo. O enigma permanecia, convidando-me a explorar mais, a questionar e a contemplar as possibilidades que os sonhos, de alguma forma, podem desvelar.

Na minha memória, guardo com carinho a lembrança de uma jovem, uma flor de doçura inigualável e beleza singela. Nossa história era tecida com o fio do amor jovem e puro, e vivíamos envoltos em uma conexão que parecia transcender o próprio tempo. Cada dia era uma página em branco a ser preenchida com nossos risos, abraços e sonhos compartilhados.

Cada vez que nossos olhares se encontravam, uma história inteira se desenrolava em nossos corações. Cada sorriso trocado carregava a promessa de uma aventura emocionante. Nossos sentimentos pareciam dançar em sincronia, como uma melodia suave que tocava sem cessar. Os momentos eram vividos com a intensidade do presente, mas também com a promessa de um futuro que só podia ser construído juntos.

Éramos como o sol, aquecendo um ao outro com nosso amor e energia. Como a lua, iluminando as noites escuras com nosso brilho único. Nossos sonhos se misturavam e se entrelaçavam, formando um rio de esperanças que corria com força e determinação, mesmo diante dos desafios que a vida nos apresentava.

Apesar do passar dos anos, as lembranças daquela jovem e do amor que compartilhamos permanecem vivas em mim. Elas são um lembrete constante da intensidade das emoções que vivemos e do impacto que tivemos um sobre o outro. Embora o tempo que compartilhamos tenha sido breve, a imagem daquela jovem e o amor que floresceu entre nós continuam a iluminar o caminho da minha memória.

A cada jovem que meus olhos encontram, busco traços daquele alguém que existiu há séculos, como se procurasse reencontrar um amor que se perdeu na vastidão do tempo.
Essa jornada de busca pelo que já foi me leva a explorar os semblantes, os gestos e as essências, na esperança de resgatar uma ligação que transcende eras. No entanto, as memórias das vidas anteriores permanecem ocultas, veladas pela neblina do passado.

Em vez disso, novos laços e narrativas se desdobram no presente, entrelaçando-se com pessoas distintas daquelas que partiram.
É como se a própria teia do destino se redesenhasse, costurando novos fios e forjando novos encontros, deixando para trás as histórias que uma vez foram vividas e nunca mais se repetirão como outrora.

 

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As 7 lágrimas de um preto velho, em prosa https://mandala7estrelas.blog.br/2023/08/23/2820/ Wed, 23 Aug 2023 11:44:48 +0000 https://mandala7estrelas.blog.br/?p=2820 As 7 lágrimas de um preto velho, em prosa Nos recônditos de um terreiro, à sombra de uma velha árvore, repousava um Preto Velho, sentado sobre um modesto banquinho, contemplando o cenário à sua volta. Entre tragadas de seu cachimbo, lágrimas rolavam por suas rugas envelhecidas, como pequenas pérolas salgadas que a vida lhe concedera. […]

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As 7 lágrimas de um preto velho, em prosa

Nos recônditos de um terreiro, à sombra de uma velha árvore, repousava um Preto Velho, sentado sobre um modesto banquinho, contemplando o cenário à sua volta. Entre tragadas de seu cachimbo, lágrimas rolavam por suas rugas envelhecidas, como pequenas pérolas salgadas que a vida lhe concedera.

Eram sete gotas d’água salina que trilhavam o caminho pelo relevo marcado da sua face, cada uma carregando um pedaço da sua alma. Numa busca insaciável por compreender, aproximei-me com respeito e o interroguei sobre a origem dessa dor visível. Ele, com uma voz suave e sábia, começou a desvelar os segredos por trás das sete lágrimas:

“A primeira lágrima, meu filho, é para os indiferentes, aqueles que atravessam estas portas em busca de mera distração. Eles partem, deixando críticas e ironias no ar, incapazes de compreender o que suas mentes obscurecidas não conseguem enxergar.

A segunda lágrima, a esses eternos duvidosos, que acreditam duvidando. Anseiam por milagres, enquanto mantêm dúvidas enraizadas, na espera de que o divino supere o mérito que eles mesmos não conquistaram.

A terceira lágrima é destinada aos maus, aos que buscam a Umbanda como instrumento de vingança, tramando malevolência contra seus irmãos.

A quarta lágrima, fria e calculista, é para aqueles que enxergam a força espiritual como meio de benefício próprio, sem compreender a gratidão ou a caridade.

A quinta lágrima, que se disfarça com sorrisos e elogios, pertence aos que só creem se as entidades atenderem às suas demandas pessoais, uma fé condicional.

A sexta lágrima é para os vazios, que perambulam entre terreiros em busca de aconchego, sem fé genuína, mas com interesses ocultos em seus olhares.

A sétima e última lágrima, observaste, meu filho? Ela desceu pesada e lenta. É para os médiuns negligentes, que só aparecem nos dias de celebração, esquecendo suas obrigações e a caridade que outrora buscaram aqui.

“Suas palavras carregavam a sabedoria de muitas vidas e a tristeza de alguém que havia visto as inconstâncias do coração humano.
Ele ressaltou que essa cena não era exclusiva do terreiro, mas refletia a natureza das religiões em geral. Estas, ele afirmou, apenas apontam o caminho, mas somos nós que moldamos o trajeto com nossas ações diárias.
Assim, naquele cantinho do terreiro, entre lágrimas e cachimbo, o Preto Velho expôs a fragilidade e a grandiosidade da fé humana, como uma mensagem que ecoa em qualquer templo, em qualquer crença, onde a luz espiritual, testemunhando nossos atos, poderia muito bem estar derramando lágrimas de tristeza.

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